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Recital - Marco Lima
August 31

Postado em Apresentações por Bruno Madeira
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MARCO LIMA
Série Música e Patrimônio

Marco Lima

Local: Solar do Jambeiro
Rua Presidente Domiciano, 195 - São Domingos
Niterói - RJ
Data e horário: 01/09/07 (sábado), 11h
Entrada franca

Programa:
- Sonata em lá maior (Julian Bream) - Anton Diabelli
- Suite Bahiana - Fred Schneiter
- Concertante II - Nicanor Teixeira
- Passacalha para Fred Schneiter - Edino Krieger
- Estudos 5 e 7 - Heitor Villa-Lobos
- Ponteio e Toccattina - Lina Pires de Campos
- Sonatina Meridional - Manuel Maria Ponce

Vídeo - David Russell
August 30

Postado em Textos, Vídeos por Bruno Madeira
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Esse é um vídeo promocional do David Russell, que fala um pouco sobre motivações, o que é muito interessante. Às vezes ele exagera um pouco, mas é muito importante o que ele passa nesse vídeo. Fiz a tradução para o português, caso alguém não consiga entender o sotaque escocês.

O que é mais importante para os violonistas que querem melhorar?

É claro que nós nunca queremos perder nosso sentimento de alegria, sentimento de diversão com o instrumento. Mas eu acho que se você se ver quase como um ginasta, se você conseguir colocar um pouco de prática de técnica todo dia, como aquecimento, é quase garantido que você vai melhorar.

Eu tenho uma rotina para mim, que eu geralmente faço como primeira coisa pela manhã. Eu faço lições básicas de mão direita, mão esquerda, coordenação. Mas todas elas muito simples, ao invés de começar com as mais difíceis. O aquecimento também é importante, porque conforme você envelhece, quer que seus dedos não apresentem dores. Então tome cuidado no aquecimento, é muito importante.

Se você torna um hábito começar seu dia com o violão, é mais fácil de melhorar. Isso é talvez o mais importante para os estudantes sérios do violão, mas também para os amadores, que querem simplesmente tocar melhor à noite. Se você consegue dedicar um pouco de tempo de manhã, vale a pena.

Outra coisa que eu acho muito importante é que muitas vezes vejo que estudantes perdem seu entusiasmo porque gastam muito tempo com peças grandes e novas, que são muito difíceis para eles. Acho que cada um deve manter poucas peças no repertório que toquem bem e soem bem. E uma vez ou outra, quando sentir que o entusiasmo está desaparecendo, deve tocar aquela peça e tentar lembrar por quê começou a tocar violão. Nunca perder o sentimento de divertimento, de alegria, de mistério, que levou a começar a estudar o instrumento. Isso é mais importante do que qualquer técnica ou qualquer coisa. É o sentimento de diversão.

Recital - Bruno Madeira
August 28

Postado em Apresentações por Bruno Madeira
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BRUNO MADEIRA

Bruno Madeira

Local: Basílica Nossa Senhora do Carmo
Praça Bento Quirino, s/n - Centro
Data e horário: 29/08/07, 19h30min
Entrada franca


PROGRAMA

- Johann Sebastian Bach - Prelúdio, da Suíte no. 2 para Alaúde [BWV 997]
- Francisco da Milano - Fantasia 40
- Joaquin Rodrigo - En los Trigales
- Heitor Villa-Lobos - Prelúdio no. 3
- Manuel Ponce - Campo, da Sonatina Meridional

Bruno Madeira nasceu em Florianópolis/SC. Aos 12 anos começou a tocar violão, tendo aulas de violão popular e guitarra com Wilson Cória e Adriano Sátiro. Começou autodidata no estudo do violão erudito, e aperfeiçoou-os sob a tutela de Mauro Hansen e Marcos Pablo Dalmácio.

Participou de eventos violonísticos em Tatuí e Mogi das Cruzes, e de seis edições do Festival de Música de Itajaí, tendo aulas com Maurício Carrilho, Conrado Paulino, Leandro Braga e Mário Sève. Participou de masterclasses com Franciel Monteiro, Eduardo Isaac, Eduardo Meirinhos, Paulo Porto-Alegre, Paul Galbraith, Henrique Pinto, Pablo Marfil, Daniel Morgade, José Antonio Escobar e Fábio Zanon.

Fez parte do Quarteto de Violões de Itajaí, do grupo Choro da Quinta e atuou como solista da Orquestra de Câmara do Instituto Musical de Canto e Arte de Itajaí (IMCARTI). Por dois anos e meio foi professor de teoria musical e violão erudito/popular no mesmo instituto. Foi aprovado para cursar o bacharelado em Violão Erudito na Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) em 2006, onde tem aulas com Fábio Scarduelli.

Atualmente dá aulas particulares, leciona no Projeto Allegro e mantém o site Canto do Violonista (http://www.brunomadeira.com), no qual publica textos, divulga eventos e promove discussões de temas relacionados ao violão.

Comprar um Violão
August 28

Postado em ABC do Violão, Discussões, Lutheria, Textos por Bruno Madeira
9 comentários. Participe da discussão!


Atendendo a sugestão de um dos leitores, este post tem como objetivo fazer alguns comentários sobre a construção e escolha na hora da compra de violões para o estudo do violão erudito, em um nível gradativo de experiência musical (e infelizmente financeiro). O comentário do leitor também sugeria a discussão sobre encordoamentos, mas essa fica para a próxima.

Os violões são fabricados, à grosso modo, por dois modos de produção: os que são feitos em linhas de montagem, em fábricas; e os que são feitos artesanalmente, por luthiers. Ao contrário do que se pode pensar, baseando-se na indústria automobilística ou informática, os violões artesanais na grande maioria das vezes são os que melhor desempenham sua função. O processo da fabricação requer extremo cuidado na escolha do material, na espera da secagem de cada parte, no lixamento, e nas tantas outras minúcias que podem fazer a diferença de um bom violão para um violão ruim.

Atelier de um luthier Luthier

Violões de fábrica são difíceis de se dar uma opinião. Não podemos esperar um violão de concertista - uma grande projeção, um timbre legal e um bom volume -, mas podemos achar violões que suprem as necessidades de estudo. A princípio, duas marcas brasileiras cumprem bem o papel para o estudante iniciante no instrumento - Giannini e Di Giorgio. Ambas tem violões com um custo/benefício interessante, e com pouco investimento inicial consegue-se ter algum tempo sem reclamações. Não recomendo outras marcas como Tonante e Kashima, violões comuns de se achar em qualquer lugar, inclusive lojas de máquina fotográfica. É difícil arranjar um desses instrumentos que não tenha problema de afinação ou empenamento de braço depois de algum tempo.

Nesse momento do aprendizado, o necessário é ter um violão que não apresente problemas de afinação, que não trasteje e que a ação das cordas não seja muito alta. Violões feitos em larga escala tem uma chance maior de terem esses defeitos em relação aos violões artesanais, pelo controle de qualidade às vezes não ser tão eficiente. Para isso, algumas coisas que devem ser vistas na compra:

  • Fazer um acorde com pestana próximo da casa 12, sentindo a força que será exigida da mão. Se as cordas estiverem muito altas, será difícil definir o som.
  • Tocar principalmente os graves, em todas as casas, procurando por algum eventual zumbido - ruído de trastejamento. Esse é o ruído que aparece quando a corda vibra e acaba encostando em um traste que não era para ter encostado.
  • Checar inícios de rachadura (principalmente no braço e cavalete), ou rachaduras que podem ter sido remendadas. Se o violão novo já vier com uma rachadura pequena, a tendência é que a tensão das cordas com o tempo vai forçar mais ainda essa parte resultando possivelmente na quebra do instrumento.

    Violão sendo construído Luthier

    Como são instrumentos feitos em linhas de montagem, muitas vezes o cuidado parece não ser a prioridade na fabricação, mas é possível encontrarmos instrumentos acima do esperado para aquela série. Por isso é interessante, antes de adquirir o instrumento, provar vários em várias lojas, para ver o que está melhor entre eles.

    Braço do violão Madeiras

    Ainda sobre os instrumentos de fábrica, a Yamaha, Michael e Crafter fazem bons violões. Mas aí entramos em uma outra questão - vale a pena ficar comprando um violão um pouco melhor a cada ano ou esperar para investir? Eu acredito que como primeiro violão, a Giannini e Di Giorgio dão conta. Depois, ao invés de comprar um violão Yamaha de fábrica, sugiro economizar um pouco mais, e adquirir um violão modelo estudante de algum luthier. A diferença será gigantesca, e o preço não irá variar tanto.

    Leque Luthier

    Há um tempo atrás publiquei uma lista dos principais luthiers em atividade no Brasil. Caso interessar possa, a lista está aqui - Lista de Luthiers em Atividade no Brasil.

    Luthier Luthier

    A escolha de instrumentos artesanais dependem bastante do gosto pessoal, mas grande parte dos luthiers brasileiros tem um trabalho reconhecido e que não vai decepcionar o comprador. Posso citar aqui alguns nomes de famosos luthiers do Brasil cujo trabalho é reconhecido até internacionalmente: Sérgio Abreu, Jorge Raphael, Samuel Carvalho, Cláudio Arone, Antonio Tessarin, João Batista, Lineu Bravo.

    O fator principal no momento da encomenda do violão é a decisão de que madeira será feita o tampo do instrumento. Tradicionalmente é usado uma de duas espécies de madeira - pinho ou cedro. A partir daí é o gosto do músico que vai mandar na escolha do tampo. O cedro tem um som forte e vibrante, e já “nasce” com o som que vai ter praticamente durante toda sua vida. O pinho tem um som mais penetrante e definido. Começa com um som um pouco fechado, e conforme vai amadurecendo vai abrindo-se e ficando cada vez melhor em matéria de projeção e nitidez.

    Luthier Luthier

    As madeiras da lateral e fundo, segundo o famoso luthier espanhol Antonio Torres (que fez um experimento com a lateral e fundo feitas de papelão e não teve grandes diferenças sonoras), não são tão importantes no quesito timbre. Tradicionalmente é usado o jacarandá-da-bahia, mas como a espécie está em extinção, madeiras alternativas vêm sendo usadas para substituí-la: jacarandá-indiano, muiracatiara, entre outras.

    Oficina

    Enfim, todo investimento deve ser bem calculado. Por isso sempre peça para seu professor ou amigo acompanhá-lo na compra do instrumento, experimente violões diferentes, peça opinião para todo mundo que você puder. E se nada disso der certo, pode deixar um comentário que eu também posso ajudar.

Recital - Quarteto Carioca de Violões
August 27

Postado em Apresentações por Bruno Madeira
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QUARTETO CARIOCA DE VIOLÕES
Nicolas de Souza Barros, Marco Antônio Corrêa Lima, André Marques Porto e Felipe Rodrigues

Quarteto Carioca de Violões

Local: MUSEU HISTÓRICO NACIONAL
Praça Marechal Âncora, s/nº - Centro
Rio de Janeiro - RJ
Data e horário: 31/08/07 (sexta-feira), 12h30min

No programa: Piazzolla, Gnatalli e Nicanor Teixeira.

Recital - Paulo Inda
August 27

Postado em Apresentações por Bruno Madeira
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PAULO INDA

Paulo Inda

Mais um evento da série Movimento Violão, criada e coordenada pelo violonista Paulo Martelli.

Local: Teatro Dom Pedro II
Ribeirão Preto - SP
Data e horário: 30/08/07 (quarta-feira), 20h30min
Entrada franca

Bacharel em Violão pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Mestre em “Guitar Performance” pela Manhattan School of Music de Nova Iorque, Paulo Inda vem se destacando no cenário do violão erudito como solista, músico de câmera e professor.

Tendo iniciado seus estudos em 1984, foi aluno de diversos professores, dentre os quais, destacam-se renomados violonistas como Daniel Wolff, Flávia Alves (RS), Eduardo Fernandez (Uruguai) e Mark Delpriora (EUA), além de ter cursado Master-Classes e Workshops com Leo Brouwer (Cuba), Eduardo Isaac (Argentina), John Duarte (Inglaterra), David Starobin (EUA) e Manuel Barrueco (Cuba/EUA), entre outros.

Sua carreira de performer já o levou às principais capitais do país e exterior, tendo atuado nos Estados Unidos, Uruguai, Paraguai, Argentina e Alemanha. Foi premiado no I Concurso Nacional de Violão Erudito Escola Pró-Música- SESC em Caxias do Sul e no IX Concurso de Violão Souza Lima em São Paulo.

Como camerista contou com a colaboração de artistas como os violinistas Cármelo de los Santos (Brasil/EUA) e Daniel Guedes (RJ); violoncelista Rodrigo Silveira(RS); além dos violonistas Márcio de Souza (RS), Paul Cesarczyk (Polônia) e Jorge Caballero (Peru/EUA). Foi, também, integrante do quarteto Ibiamon e do Manhattan Guitar Quartet.

Recebeu o prêmio Açorianos em 2006 na categoria de música erudita pelo melhor disco, “I”, com obras de compositores contemporâneos, brasileiros e estrangeiros. É professor efetivo de violão do Curso de Graduação em Música da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Recital - Paulo Inda
August 27

Postado em Apresentações por Bruno Madeira
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PAULO INDA

Paulo Inda

Mais um evento da série Movimento Violão, criada e coordenada pelo violonista Paulo Martelli.

Local: Teatro Municipal de Araraquara
Araraquara - SP
Data e horário: 29/08/07 (quarta-feira), 21h

Bacharel em Violão pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Mestre em “Guitar Performance” pela Manhattan School of Music de Nova Iorque, Paulo Inda vem se destacando no cenário do violão erudito como solista, músico de câmera e professor.

Tendo iniciado seus estudos em 1984, foi aluno de diversos professores, dentre os quais, destacam-se renomados violonistas como Daniel Wolff, Flávia Alves (RS), Eduardo Fernandez (Uruguai) e Mark Delpriora (EUA), além de ter cursado Master-Classes e Workshops com Leo Brouwer (Cuba), Eduardo Isaac (Argentina), John Duarte (Inglaterra), David Starobin (EUA) e Manuel Barrueco (Cuba/EUA), entre outros.

Sua carreira de performer já o levou às principais capitais do país e exterior, tendo atuado nos Estados Unidos, Uruguai, Paraguai, Argentina e Alemanha. Foi premiado no I Concurso Nacional de Violão Erudito Escola Pró-Música- SESC em Caxias do Sul e no IX Concurso de Violão Souza Lima em São Paulo.

Como camerista contou com a colaboração de artistas como os violinistas Cármelo de los Santos (Brasil/EUA) e Daniel Guedes (RJ); violoncelista Rodrigo Silveira(RS); além dos violonistas Márcio de Souza (RS), Paul Cesarczyk (Polônia) e Jorge Caballero (Peru/EUA). Foi, também, integrante do quarteto Ibiamon e do Manhattan Guitar Quartet.

Recebeu o prêmio Açorianos em 2006 na categoria de música erudita pelo melhor disco, “I”, com obras de compositores contemporâneos, brasileiros e estrangeiros. É professor efetivo de violão do Curso de Graduação em Música da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Aleatórias II
August 27

Postado em Fonoteca por Bruno Madeira
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Ponteio
Compositores: Edu Lobo e Capinan
Álbum: Moleque (Child)
Artista: Ulisses Rocha

Moleque (Child)

Excelente arranjo. O Ulisses tem um toque inconfundível, num repertório que mexe com jazz, choro, MPB… É a personificação do músico instrumental brasileiro. Mais sobre a música: Ponteio, em MPB CifraAntiga.

6 Pieces of 1724 Book - Le Rappel des Oiseaux
Compositor: Jean-Philippe Rameau
Álbum: The 1970’s BBC Recordings
Artista: Duo Abreu - Sérgio e Eduardo Abreu

The 1970’s BBC Recordings

Essa é uma das melhores interpretações do duo. Scarlatti e Rameau, na minha opinião, são compositores que parece que dedicaram suas peças ao duo. Virtuosismo, ritmo vivo, precisão, perfeccionismo. É uma pena que depois de alguns anos como concertistas, o duo resolveu parar de fazer apresentações. A história do duo é impressionante. Os dois são excelentes músicos, embora não toquem mais juntos, Sérgio é um dos luthiers mais reconhecidos no mundo e Eduardo, segundo o irmão, ainda é capaz de tocar como se nunca tivesse parado. Um ótimo resumo da vida dos dois está aqui - Programa XVII - Sérgio e Eduardo Abreu.

Recital - Gabriel Lucena
August 26

Postado em Apresentações por Bruno Madeira
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GABRIEL LUCENA

Data e horário: 29/08/07 (quarta-feira), 12h30min
Local: MUSEU DA REPUBLICA
Rua do Catete 153 - Catete - RJ

Programa: Bach, Sor, Mignone e Villa-Lobos.

Recital - Quinteto Sescontu de Violões
August 25

Postado em Apresentações por Bruno Madeira
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QUINTETO SESCONTU DE VIOLÕES

Local: MUSEU DO EXÉRCITO – FORTE DE COPACABANA
Praça Coronel Eugênio Franco, 1 – Posto 6
Copacabana - RJ
Data e horário: 28/08/07 (terça-feira), 18h

No programa: Gnatalli, Brahms e Ari Barroso.

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