Canto do Violonista

  • BRUNO MADEIRA
  • Aulas de Violão
  • Posts Recentes

    • Recital - Patrícia Gatti e Ricardo Matsuda
    • Recital - Arthur Philipp
    • Recital - Lício Bruno e Nicolas de Souza Barros
    • Recital - Duo Lachrimae
    • Recital - Alunos da UNICAMP
    • Recital - Quarteto Carioca de Violões
    • Recital - Geraldo Ribeiro
    • Recital - Pedro Lima
    • Recital - Marco Lima
    • Recital - Lucas Araújo e Alexandre Aguiar
  • Adicione o banner do CdV no seu site!
  • Categorias

    • ABC do Violão (6)
    • Apresentações (191)
    • Artistas (5)
    • Aulas e Masterclasses (16)
    • Áudio (3)
    • Blog (2)
    • Compositores (3)
    • Concursos (10)
    • Discussões (6)
    • Estudo (11)
    • Eventos (13)
    • Exposições (1)
    • Fonoteca (5)
    • Formação do Som (1)
    • Iniciante (7)
    • Links (3)
    • Lutheria (4)
    • Pesquisas (2)
    • Postura e Posicionamentos (1)
    • Repertório (15)
    • Textos (12)
    • Vídeos (18)
  • Links

    • Blog.ePartitura
    • Score.ePartitura
    • Rafael Thomaz
    • Violão Brasil
    • Violão.Clássico.Weblog
  • Busca no Site

  • Página Inicial
  • Fale com o autor
  • Aulas de Violão
  • www.flickr.com

Sonatina Meridional
June 29

Postado em Textos por Bruno Madeira
2 comentários. Participe da discussão!


Outra peça do recital na Casa do Lago é o primeiro movimento da Sonatina Meridional, de Manuel Maria Ponce.

Essa peça me chamou muito a atenção quando estive no Seminário Vital Medeiros. Um dos alunos a apresentou na masterclass e fiquei muito animado com o sotaque de música espanhola de Ponce. Talvez a viagem inteira de volta eu tenha passado pensando no começo marcante da peça, com acordes rasgueados seguidos por duas pequenas frases em modo lídio.

Essa sonatina foi obra encomendada por Segóvia, Ponce foi um compositor “segoviano”. Um dos objetivos que o maestro tinha para fazer o futuro do violão melhor era o incentivo aos artistas atuais comporem para o instrumento, semeando o violão erudito por meio de nomes de compositores já conhecidos. Segóvia deu uma frase para Ponce compor algo para violão, e Ponce magistralmente encaixou esse motivo por toda a peça, passeando por vários tons.

Era comum que, depois de pronta, Segóvia desse alguns palpites nas novas composições. Agora eu não sei se Ponce concordava com todas as mudanças ou se as edições feitas por Segóvia foram feitas sem o seu consentimento. Ponce não era um violonista, e a escrita pra violão tem tantos segredos quanto a execução do mesmo. Geralmente, compositores não-violonistas usam uma linguagem que pode ser confusa e ineficaz para o instrumento, ou mesmo passagens impossíveis de serem realizadas. Pude comparar o manuscrito de Ponce com a edição de Segóvia, e é impressionante. Segóvia soube deixar as intenções do compositor claras, adicionou ligados ali e aqui, mudou passagens que ficariam um pouco truncadas e mudou até mesmo idéias musicais. Algumas mudanças pequenas como a alteração de um baixo por um acorde, ou em outra parte a sustentação de uma nota, que fazem o violão soar tão diferente, com mais harmônicos ou com cordas soltas, explorando o potencial que o violão tem pra dar, que até dá gosto de ver a mente de Segóvia trabalhando. Mas algumas coisas eu pessoalmente achei forçadas, coisas que talvez pelo ego de Segóvia, Ponce tenha sido pressionado e meio que “voluntariamente obrigado” a mudar.

É uma sonatina, ou seja, uma sonata em dimensões menores. Tem seções bem definidas, uma forma clara, reexposições bem feitas, motivos recorrentes permeando a peça. Ponto bastante característico dessa obra são as transições dos temas, feitas sempre em pizzicatos.

Tecnicamente, temos algumas complicações, embora não seja uma obra de caráter virtuosístico, com exceção de algumas passagens. Dessas complicações, destaque para:

  • execução plena dos rasgueados, tendo uma nota-meta a que se quer chegar;
  • limpeza pequenas escalas rápidas ainda no começo da música;
  • a definição rítmica da figura colcheia-3 semicolcheias em tercinas-colcheia, que aparece em vários lugares;
  • abafamento dos baixos no tema que aparece pela primeira vez em lá maior e depois na reexposição, em ré maior;
  • definição rítmica das semicolcheias que aparecem muito em toda uma seção;
  • definição dos pizzicatos.

Musicalmente, alguns pontos a serem considerados:

  • depois da introdução, que começa forte e com um som encorpado - contrastar o timbre, num metálico um pouco stacatto, numa idéia de brincadeira;
  • acompanhar sempre os crescendos e diminuendos escritos;
  • arredondar o timbre da escala que precede o tema;
  • tocar o tema com um timbre parecido com o do tópico número 1.

    Fábio Zanon, sobre a Sonatina Meridional:

    “A Sonatina Meridional é uma tentativa consciente de escrever uma obra em estilo espanhol. O pedido de Segovia foi para que Ponce “ensinasse” os espanhóis a escreverem música espanhola.
    O material dela é muito espalhado. Na primeira página há várias possibilidades temáticas, cada uma delas com 3 ou 4 motivos que ele usa mais tarde no desenvolvimento. Cada um desses é dividido com digressões, fermatas, enfim, a música está toda muito pontuada. É meio como Mozart: muita vareidade, mas ao mesmo tempo muita concentração; tudo o que se mostra é utilizado, e a música nunca perde o fluxo - desde que o intérpret ea deixe andar. É meio difícil mostrar tudo o que há de bonito na harmonia e nas idéias melódicas, e ao mesmo tempo deixar a música andar sozinha. Pouquíssima gente consegue isso, normalmente ela fica parecendo uma colcha de retalhos. É importantíssimo estudar as sequências harmônicas em separado, sem os temas, para se ter uma idéia mais clara da estrutura da peça sem as bonitezas que enfeitam o caminho.
    O Barrueco toca isso espetacularmente, é das melhores gravações dele.”

    Recital - Bruno Madeira e Diogo Oliveira
    June 24

    Postado em Apresentações por Bruno Madeira
    Nenhum comentário. Seja o primeiro!


    Olá,

    Gostaria de convidar a todos os leitores deste blog para o recital que eu e um colega violonista faremos na próxima quinta-feira, na Casa do Lago - Campinas.

    Bruno Madeira

    RECITAL DE VIOLÃO ERUDITO
    com Bruno Madeira e Diogo Oliveira

    Quinta-feira, dia 28/06/07, às 12:30
    Local: Casa do Lago, UNICAMP - Campinas/SP
    Entrada franca

    Programa:

    - M. Ponce: Sonatina Meridional - Campo
    - F. Milano: Fantasia 40
    - J. S. Bach: Suíte no. 2 para Alaúde [BWV997] - Prelúdio
    - H. Villa-Lobos: Prelúdio no. 3
    - J. Rodrigo: En los Trigales
    Violão: Bruno Madeira

    INTERVALO

    - J.S.Bach - Prelúdio (BWV 995)
    - A. Carlevaro - Prelúdio Americano no. 3 (Campo)
    - F.M. Torroba - Sonatina (Allegretto e Andante)
    - H.Villa-Lobos - Mazurka-Choro / Chorinho
    Violão: Diogo Oliveira

    En Los Trigales
    June 24

    Postado em Textos por Bruno Madeira
    1 comentário. Comente também!


    Comecei a preparar as músicas para o meu recital do final do mês. O programa está quase pronto, falta a ordem das peças e um empenho um pouco maior no estudo. Vou tocar o primeiro movimento da Sonatina Meridional (Ponce), o Prelúdio no. 3 (Villa-Lobos), En los Triagles (Rodrigo), Fantasia 40 (Milano) e o Prelúdio da Suíte no. 2 para Alaúde (Bach). Então postarei por aqui as soluções específicas de cada uma dessas peças e comentários gerais que podem ajudar tanto quem está começando a tocar a peça quanto ajudar a firmar minha própria opinião sobre a mesma.

    Sobre En Los Trigales, não tenho muito o que falar depois desse post. É uma peça muito bonita, com vários nuances que variam desde o forte e marcial do tema ao pianíssimo e emotivo da segunda parte. Nessa peça Rodrigo tenta passar a idéia do trabalhador no campo de trigo, na árdua tarefa do trabalho sob o sol forte. Com essa primeira imagem na cabeça, tentei estabelecer várias outras imagens que ilustram a obra, como um momento de rápido descanso na sombra, representado por um ritmo aliviado na frase dos acordes de F e Bb7M; uma briga entre o cansaço e o dever do trabalho nos trinados; a hora do descanso ‘residencial’ na segunda parte, na quietude do lar; e a volta ao trabalho, representada pela volta ao tema.

    A peça merece atenção tecnicamente em várias partes, como uma frase em que há uma fusa no meio de semicolcheias; numa expressão destacada e bem articulada no tema (principalmente na introdução); nas diversas escalas que permeiam a música, característica marcante de música espanhola; nos trinados entre lá e si bemol, sol e lá bemol que só pode ser executado com os dedos 3 e 4; e a repetição do polegar em algumas passagens.

    Masterclass - Franciel Monteiro
    June 18

    Postado em Aulas e Masterclasses por Bruno Madeira
    1 comentário. Comente também!


    Não pude assistir a masterclass inteira, pois estava meio gripado no dia. Apenas toquei a peça que preparei e fui embora, portanto darei as impressões que tive como aluno, não como ouvinte da masterclass.

    Franciel Monteiro

    Apresentei En Los Trigales, de Joaquin Rodrigo. En Los Trigales é uma peça curta, com seções bem definidas e um caráter espanhol bastante marcante, característico das obras de Rodrigo. Toquei em um violão emprestado de um amigo, pois o meu ainda não está pronto. Era um violão Samuel Carvalho de cedro, com um volume impressionante. A sala era grande, mas eu me senti tocando no meu quarto, de tão potente que era o instrumento. E além disso, eu conseguia ouvir o som ressoando nos tímpanos que tinham ficado no local por ocasião do ensaio da orquestra no dia anterior.

    Toquei a peça sem grandes problemas. Me assustei com a projeção da corda ré na primeira frase da introdução da música, e me senti confiante com o instrumento que tinha em mãos. Interpretei do jeito que estudei, sem alterar minha opinião pela interpretação da mesma peça do próprio Franciel Monteiro no recital que ele fez.

    Franciel me deu uma idéia de ritmo diferente do que eu havia pensado, o que trouxe mais movimento para a peça. No compasso 3/8, eu estava marcando as colcheias, e a sugestão foi pensar mais na totalidade do compasso, na semínima pontuada que leva a música adiante. Sugeriu algumas possibilidades timbrísticas importantes, principalmente na segunda parte da peça, onde o tom é Bb maior e há uma diminuição no andamento acompanhado por um caráter mais lírico. Me incentivou a acentuar todas as dinâmicas, articulações e timbres diferentes. Isso para que o ouvinte realmente note a diferença entre um pianíssimo e um fortíssimo, um stacatto e um legatto, um som metálico e um som doce, um som claro/objetivo e um escuro/difuso.

    Deu suas idéias de interpretações de outras partes também, romantizando algumas partes do tema principal. Mas nesse ponto em especial acho que como eu faço está melhor, pois faz referência mais condizente ao tema apresentado na introdução da peça.

    Foi uma masterclass interessante, por eu já ter a peça na mão e poder discutir bastante sobre as possibilidades musicais (e nem tanto técnicas). O que eu acho que é o grande barato da masterclass, você juntar as opiniões que já tem da música que vai apresentar, com as opiniões de seu professor, com as opiniões de amigos e ainda com as opiniões da pessoa que dá a masterclass. Ter todas as opiniões e nenhuma delas ao mesmo tempo, fazendo com que a sua própria seja única.

    Recital - Franciel Monteiro
    June 16

    Postado em Apresentações por Bruno Madeira
    Nenhum comentário. Seja o primeiro!


    Na última quarta-feira, dia 13 de junho, aconteceu na Casa do Lago da UNICAMP um recital com o violonista paulistano Franciel Monteiro.

    Nunca tinha ouvido falar do Franciel, embora depois do recital pude ver que o pessoal já o conhecia de outros lugares. Graduado na FAAM com o Henrique Pinto de orientador, Franciel fez um recital com um repertório barra pesada, mostrando a todos para o que veio.

    Franciel Monteiro esbanja um leque de possibilidades timbrísticas interessantíssimas, variando bastante suas intenções musicais, mesmo assim deixando a coerência predominar no cenário. Executou muito bem a Sonata Clásica de Ponce e os Castelos da Espanha, de Federico Moreno-Torroba. Tive uma nova visão da Sonata K391 de Scarlatti, embora o final da peça, devido a grande velocidade que ele começou, ficou um tanto impreciso. Passou também por um lado brasileiro, tocando Bellinatti e Mignone, mas não gostei tanto da interpretação da música do nosso país, achei que faltou algo de jeito brasileiro, algo mais de suíngue.

    Em suma, Franciel é um grande de violonista, que apesar de algumas falhas agradou a platéia em cada peça executada. E nós aguardamos seu CD solo, que deve ser lançado em breve, antes do início de seu mestrado nos Estados Unidos.

    I Concurso de Violão Eustáquio Grilo
    June 4

    Postado em Concursos por Bruno Madeira
    Nenhum comentário. Seja o primeiro!


    Regulamento do I Concurso de Violão Eustáquio Grilo

    Art. 1 - A participação no Concurso de Violão Eustáquio Grilo está aberta para violonistas de ambos os sexos, de qualquer nacionalidade e sem limite de idade.
    Art. 2 - A inscrição será feita mediante a apresentação de:
    a) Ficha de inscrição contendo os seguintes dados: nome completo, data de nascimento, sexo, endereço (com CEP), número de documento de identidade, telefone, e-mail, nome do professor de violão e programa das provas.
    b) Comprovante de pagamento da taxa de inscrição no valor de R$ 50,00 (Cinqüenta reais).
    Art. 3 - A inscrição deverá ser enviada para Condomínio Morada dos Nobres Quadra 10 lote 07 – Sobradinho – DF – CEP 73030-028 a/c Júlio Cruz via carta registrada ou SEDEX.
    Art. 4 - O pagamento deverá ser feito no Banco do Brasil, Conta Corrente 35112-1 Agência 1226-2, em nome da Associação Brasiliense de Violão – BRAVIO.
    Art. 5 - No caso de desistência do concorrente, não lhe será devolvida a taxa de inscrição.
    Art. 6 - As inscrições deverão ser feitas até 20 de julho, impreterivelmente.
    Art. 7 - A inscrição implicará na aceitação, por parte do concorrente, de todas as condições estipuladas no presente regulamento.
    Art. 8 - Todo inscrito no concurso de violão estará automaticamente inscrito no I Festival da BRAVIO.
    Art. 9 - As provas serão realizadas no auditório do SESC 504 sul, e estarão abertas ao público.
    Art. 10 - O presente concurso será dividido em duas fases:
    1a. fase: Eliminatória - 27/07/07 as 10:00 h
    2a. fase: Final - 29/07/07 as 10:00 h
    Caso o número de inscritos exceder 30 (trinta) pessoas, a 1a. fase também se realizará no dia 28/07/07 às 10h.
    Art. 11 - Uma hora antes do início das provas, o concorrente entregará a um membro da Comissão organizadora 05 (cinco) cópias de cada peça.
    Art. 12 - A ordem de apresentação será sorteada no dia 27/07, às 09:30h
    Art. 13 - A Banca Julgadora avaliará os candidatos nos seguintes quesitos, com suas notas respectivas:
    Afinação (10 pontos)
    Presença de palco (10 pontos)
    Originalidade e qualidade do repertório (10 pontos)
    Leitura correta da partitura (20 pontos)
    Técnica (20 pontos)
    Sonoridade (30 pontos)
    Musicalidade (30 pontos)
    Art. 14 – Cada quesito seguirá os seguintes critérios:
    a) Afinação: avaliar-se-á a responsabilidade do candidato de manter seu instrumento afinado.
    b) Presença de palco: avaliar-se-á se o candidato se veste e se porta adequadamente à situação de um recital de violão erudito.
    c) Originalidade e qualidade do repertório: avaliar-se-á se o candidato escolhe obras de notória qualidade musical, que representam o melhor da música escrita, arranjada ou transcrita para o violão, e dedica-se a interpretar obras pouco presentes nas salas de concerto.
    d) Leitura correta da partitura: avaliar-se-á a observância às indicações na partitura.
    e) Técnica: avaliar-se-á a habilidade mecânica do candidato, o seu preparo técnico.
    f) Sonoridade: avaliar-se-á a qualidade, clareza, potência e limpeza do som do candidato.
    g) Musicalidade: avaliar-se-á as escolhas musicais e interpretativas do candidato.
    Art. 15 - Caso um jurado seja professor de um dos concorrentes, ele não julgará seu aluno.
    Art. 16 - A nota dos jurados, item a item, será tornada pública após o encerramento do evento.
    Art. 17 - Serão convidados para a fase final os candidatos de maior menção na prova eliminatória, em número mínimo de 03 (três) e máximo de 06 (seis) concorrentes.
    Art. 18 - Em caso de candidatos com a mesma nota, serão utilizados os seguintes critérios de desempate:
    1- Maior pontuação do quesito “sonoridade” na prova final
    2- Maior pontuação do quesito “sonoridade” na prova eliminatória
    3- Maior pontuação do quesito “musicalidade” na prova final
    4- Maior pontuação do quesito “musicalidade” na prova eliminatória
    5- Maior pontuação do quesito “leitura correta da partitura” na prova final
    6- Maior pontuação do quesito “leitura correta da partitura” na prova eliminatória
    7- Maior pontuação do quesito “originalidade e qualidade do repertório” na prova final
    8- Maior pontuação do quesito “originalidade e qualidade do repertório” na prova eliminatória
    9- Idade, dando preferência ao candidato mais velho.
    Art. 19 - O resultado do Concurso levará em consideração a menção nas duas provas e será tornado público após o recital de encerramento do festival.
    Art. 20 - As decisões da Banca Julgadora serão definitivas e irrecorríveis.
    Art. 21 - A prova eliminatória deverá ter duração mínima de 05 minutos e máxima de 10 minutos. A prova final deverá ter tempo mínimo de 10 minutos e máximo de 15 minutos.
    Art. 22 - Todas as despesas de transporte, hospedagem e alimentação do concorrente correrão exclusivamente por sua conta.
    Art. 23 - Os candidatos poderão se apresentar lendo a partitura, porém a organização não se responsabilizará pelo fornecimento de estantes ou qualquer outro material necessário.
    Art. 24 – O primeiro colocado escolherá, dentre os violões oferecidos como prêmio, o de sua preferência. O segundo colocado selecionará um dentre os demais, e assim por diante. O primeiro colocado também será premiado com diversos recitais. Em caso de impossibilidade do ganhador tocar nos eventos oferecidos, ele será oferecido ao segundo colocado, e assim por diante.
    Art. 25 – A entrega da premiação é de responsabilidade dos patrocinadores. Os recitais oferecidos como prêmio não incluem pagamento de transporte.
    Art. 26 – Os casos não previstos neste Regulamento serão resolvidos pela Comissão Organizadora.

    Programa

    Eliminatória

    • 1 peça de autor brasileiro
    • Repertório de livre escolha

    A prova deverá ter tempo mínimo de 05 e máximo de 10 minutos

    Final

    • 1 peça de autor estrangeiro
    • Repertório de livre escolha

    A prova deverá ter tempo mínimo de 10 e máximo de 15 minutos

    Júri: Júlio Cruz, Kolmar Chagas, Rodrigo Carvalho, Ronaldo Miotti e Zilmar Gustavo Costa.

    Ficha de inscrição no I Concurso Eustáquio Grilo

    Nome completo: _____________________________
    Data de nascimento: ____________________ Sexo: _________
    Endereço: ________________________________________
    Número de documento de identidade: _____________________
    Telefone: _______________ E-mail: _____________________
    Nome do professor de violão: __________________________
    Programa das provas: ______________________________

    I Festival da BRAVIO
    June 3

    Postado em Eventos por Bruno Madeira
    Nenhum comentário. Seja o primeiro!


    A Associação Brasiliense de Violão (BRAVIO) tem o prazer de organizar o I Festival da BRAVIO. O evento contará com recitais e masterclasses do chileno Renato Serrano (vencedor do concurso Villa de Petrer), do duo de flauta e violão CordAria, da Alemanha, de Alvaro Henrique, Júlio Cruz, do duo Rodrigo Carvalho (violão) e Malu Mestrinho (canto) e do duo Retocar.

    Enriquece o evento um concurso que oferecerá oportunidades para novos talentos, bem como incentivará os estudantes do instrumento. O Concurso também visa preservar a memória e difundir o trabalho de Eustáquio Grilo, primeiro grande professor de violão na cidade, chefe da cadeira de violão na Universidade de Brasília.

    Local
    O festival ocorrerá nos dias 27 a 29 de julho (sexta a domingo), no auditório do SESC 504 Sul, em Brasília.

    Participantes
    - CordAria
    O duo de Barbara Kahlert (flauta) e Oliver Thedieck (violão), ambos professores do Conservatório de Munique, Alemanha, já realizaram diversas apresentações em seu país e vêm ao Brasil pela primeira vez trazendo um repertório que combina obras latino-americanas e européias.

    - Renato Serrano
    O chileno, ganhador do último concurso Villa de Petrer (Espanha), se destaca entre os jovens violonistas de seu país e encerrará sua primeira turnê brasileira no festival da BRAVIO

    - Alvaro Henrique
    Alvaro Henrique já se apresentou em cerca de 20 cidades brasileiras, na Inglaterra e na Grécia. Foi premiado em diversos concursos de violão do Brasil. Estará retornando de um viagem pela Europa, que inclui recitais em Munique (Alemanha) e Dublin (Irlanda).

    - Júlio Cruz
    Júlio Cruz iniciou seus estudos de violão na Escola de Música de Brasília orientado pelo Prof. Ronaldo Miotti. Alcançou o bacharelado em violão pela Universidade de Brasília sob a tutela do Prof. Eustáquio Grilo. Em 2003 obteve bolsa de estudos da Indiana University onde adquiriu o grau de Mestre em Música. Ali, além dos estudos de violão com os professores Ernesto Bitetti e Nuccio D’Angelo, obteve ainda orientação em Jazz e Psicologia da Música

    - Duo Rodrigo Carvalho e Malú Mestrinho
    O duo formado por Malú Mestrinho e Rodrigo Carvalho iniciou no curso de Mestrado da UFG. Desenvolvem pesquisa de repertório erudito para voz e violão, voltado principalmente para a música brasileira e contemporânea. Estão preparando o primeiro CD.

    - Duo Retocar
    Formado em 1993, surgiu do desejo de desenvolver uma prática musical em duo de violões que abrangesse diversos estilos e mesclasse em seus programas a música erudita com as manifestações mais elaboradas da música popular. Seus integrantes são Ronaldo Miotti e Kolmar Chagas, violonistas e professores da Escola de Música de Brasília.

    Valor da inscrição
    R$ 25 para participar do I Festival da BRAVIO (direito a masterclasses e apresentações)
    R$ 50 para participar do I Concurso Eustáquio Grilo (inclui inscrição no festival)

    Programação do I Festival da BRAVIO
    dia 27/07, sexta
    10h às 18h – 1a fase do Concurso de Violão Eustáquio Grilo
    19h - Recital com Alvaro Henrique
    20h – Recital com Júlio Cruz

    dia 28/07, sábado
    10 às 12h - 1a fase do Concurso de Violão Eustáquio Grilo
    15h - masterclass com Renato Serrano (Chile)
    19h – Recital com Duo Rodrigo Carvalho (violão) e Malu Mestrinho (canto)
    20h - Recital com Duo Retocar (Kolmar Chagas e Ronaldo Miotti)

    dia 29/07, domingo
    10 às 13h - final do Concurso de Violão Eustáquio Grilo
    15h - masterclass com Oliver Thedieck (Alemanha)
    19h – Recital com Renato Serrano (Chile)
    20h - Recital com CordAria

    Prêmios confirmados

    • recital na programação da BRAVIO de 2008
    • recital na programação da Mostra de Cordas Dedilhadas, de São Paulo (oferecimento RafaMusic)
    • recital na Série Música no Museu, no Rio de Janeiro (oferecimento Carpex)
    • violões Samuel Carvalho, Gilberto Guimarães e Antônio José
    • 2 horas de gravação de obras em domínio público em um estudio profissional para serem disponibilizadas para venda no http://music.2go.com.br (para o primeiro lugar)
    • R$ 500,00 (para o primeiro lugar)

    Regulamento para Inscrição no I Festival da BRAVIO

    Art. 1 - A participação no I Festival da BRAVIO está aberta para violonistas de ambos os sexos, de qualquer nacionalidade e sem limite de idade.
    Art. 2 - A inscrição será feita mediante a apresentação de:
    a) Ficha de inscrição contendo os seguintes dados: nome completo, data de nascimento, sexo, endereço (com CEP), número de documento de identidade, telefone, e-mail, peças a serem executadas no masterclass e preferência de professor
    b) Comprovante de pagamento da taxa de inscrição no valor de R$ 25,00 (Vinte e cinco reais).
    Art. 3 - A inscrição deverá ser enviada para Condomínio Morada dos Nobres Quadra 10 lote 07 – Sobradinho – DF – CEP 73030-028 a/c Júlio Cruz via carta registrada ou SEDEX.
    Art. 4 - O pagamento deverá ser feito no Banco do Brasil Conta Corrente 35112-1 Agência 1226-2, em nome da Associação Brasiliense de Violão – BRAVIO.
    Art. 5 - No caso de desistência do concorrente, não lhe será devolvida a taxa de inscrição.
    Art. 6 - As inscrições deverão ser feitas até 27 de julho, impreterivelmente.
    Art. 7 - Todas as despesas de transporte, hospedagem e alimentação do estudante correrão exclusivamente por sua conta.
    Art. 8 – Os casos não previstos neste Regulamento serão resolvidos pela Comissão Organizadora.

    Ficha de inscrição no I Festival da BRAVIO

    Nome completo: ______________________________
    Data de nascimento: ____________________ Sexo: _________
    Endereço: _____________________________________
    Número de documento de identidade: _____________________
    Telefone: _____________ E-mail: _____________________
    Peças a serem apresentadas no masterclass: _________________
    Preferência de professor: ______________________________

    Design © 2006 by the undersigned | Theme sponsor: Web Hosting Sources